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Mostrando postagens de junho, 2026
" Eu escrevo como quem esculpe as palavras; o cinzel ígneo da minha mente, ao  sofrer e destarte criar, vê a feiura intrínseca do mundo, a profundidade pantanosa é gerada pelo punhal da dor e assim, desse pântano contumaz, extrai-se o ouro sélfico.  Eu, ao morrer, morro mas concomitantemente não morro; troco de frequência, sintonizo noutra dimensão. Ai ! Vontade insopitável de morrer! Vontade insopitável de viver na eternidade! Ai! Esses s eres humanos, subumanos, desumanos ou não-humanos, estranhos, sempre estranhos. Recolham-se em suas insignificâncias vermiculares ultracósmicas. Esses seres humanos, mergulhados em abismos interiores, e mais outros mundos e outras coisas espantosas que a realidade comezinha e prosáica se recusa a admitir como verossímeis e factíveis! Mundos estranhos onde tudo é sofrimento e morte, esse mesmo sofrimento e essa mesma morte que são chaves para o renascimento e redenção, o caminho para o Pleroma, para o Self, para a Centelha Pneumática, par...